Praias e Localidades
Praia do Pântano do Sul - Mar sossegado | Praia do Pântano do Sul - Mar sossegado |
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Banhistas encontram tranqüilidade para fugir do calor, além de poder curtir a natureza privilegiada que cerca a praia História e bucolismo são atrações que tornam o verão inesquecível Débora Sanches Até a chegada dos primeiros açorianos à Ilha de Santa Catarina, a localidade do Pântano do Sul era habitada por índios carijós. No local foi encontrado um sambaqui de onde foram retiradas ossadas com mais de 6 mil anos. Atualmente resta apenas um pequeno terreno entre o cemitério e uma propriedade particular. Parte deste sambaqui, que é um dos mais importantes sítios arqueológicos de Santa Catarina, reside embaixo de muitas construções da Ponta do Marisco, ao Norte da praia do Pântano do Sul. Os colonizadores inicialmente tentaram a agricultura, mas o solo da região não é dos mais férteis. Logo, o mar se apresentou como única saída para garantir a sobrevivência. Com a instalação da Armação Baleeira na praia vizinha da Armação, a pesca ganhou impulso, a localidade cresceu e hoje é uma das três mais ativas comunidades pesqueiras de Florianópolis. Subordinada desde o início de sua colonização à Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da Ilha, somente em 1960 é que se tornou independente, com a criação do distrito do Pântano do Sul. Entretanto isso não alterou a vida do local, que ficou sem energia elétrica até o ano de 1968. Quem arriscasse uma visita ao Pântano em dia de chuva antes de 1983 corria o sério risco de ter de dormir por lá. Até esta data de boa parte dos 27 quilômetros que separam a comunidade do centro não estava pavimentada. Asfalto Arante José Monteiro Filho, presidente da Associação de Moradores do Pântano do Sul e dono do restaurante mais concorrido do local, diz que quando o tempo estava ruim, era comum o restaurante virar pousada e abrigar aqueles que não tinham como voltar para casa. Hoje, o acesso ao Pântano do Sul está devidamente asfaltado e várias pousadas oferecem estadia para quem quer desfrutar dos encantos do local, ora tradicional comunidade pesqueira, ora concorrido balneário de verão. Dois cenários distintos compõem seus três quilômetros de praia delimitados ao Norte pela Ponta do Marisco e ao Sul pela Ponta da Régua. No centro da comunidade, ao Norte, o Morro do Pântano forma uma enseada que protege este pedaço da ação dos ventos. Nesta parte o mar é calmo e vai se aprofundando suavemente. Porém, seguindo em direção ao Sul, a praia se abre para o oceano e para a ação dos ventos. Suas águas tornam-se bravias e buracos formados pelo repuxo enganam os banhistas desavisados. A porção Sul é conhecida como praia dos Açores, por causa de um loteamento com este nome, mas para o soldado Ledenir João de Oliveira, nativo do Pântano, essa divisão não existe. "Para mim é tudo a mesma praia.Não há nenhum limite físico para fazer esta separação", diz. Se não existe um costão ou um rio que separe uma praia da outra, o mar se encarrega disso. A mansidão encontrada no centro da comunidade desaparece onde o local é conhecido como Açores. Suas águas agitadas são muito procuradas pelos surfistas e não são recomendadas para quem procura um banho tranqüilo. Fonte: Especial para o Jornal A Notícia - AN Verão |
Quarto Crescente - 01
Lua Cheia - 09
Quarto Minguante - 16
Lua Nova - 23
Quarto Crescente - 31 Corisco: bravo, nervoso, correndo.
...ih nem ti conto, pegaram a tarrafinha do Zé, que tava tarrafiando na Lagoa do Peri. Ele tá um corisco, mas o danado sabia que era proibido tarrafiar na lagoa. Bem feito...