| Praia do Campeche - Em perfeita harmonia |
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Praia do Campeche agrada a todos Janaina Hoffmann Das praias do Sul da Ilha, o Campeche é um dos locais mais procurados pelos visitantes de Florianópolis. Com cinco quilômetros de areia branca, limpa e de mar agitado, a praia é conhecida por ser uma das preferidas pelos surfistas que, em dia de ondulação sul, encontram ondas longas que parecem não ter fim. "Estou sempre correndo atrás dos melhores picos", diz a paranaense Milena Bressan surfista de moreboard, que há cinco anos freqüenta o Campeche. Mas, o local de onde se tem à frente o visual da Ilha da Campeche - no qual o acesso é feito apenas por barcos que saem da Praia da Armação - não é apenas para quem entende de surfe. A praia, localizada a 20 quilômetros do Centro de Florianópolis, é o destino de muitas famílias nos finais de semana. "No Sul ainda encontramos tranqüilidade. O agito aqui é diferente, as praias nunca lotam como as tradicionais do Norte da Ilha", diz o casal Joilda e Orlando de Farias, que prefere as praias do Sul da Capital. Mesmo urbanizada, a praia ainda preserva o verde da vegetação de restinga. À noite um refletor ilumina a extensa faixa de areia, em frente aos bares e restaurantes da orla, permite que as pessoas observem os pescadores puxando suas redes do mar. Como chegar De carro: Siga pela Avenida Jorge Lacerda, atravessando a Costeira do Pirajubaé, até chegar no trevo que dá acesso à SC-405. Há sinalização indicando como chegar à Praia . De ônibus: No terminal do Centro de Florianópolis deve-se tomar o ônibus que faz a linha Rio Tavares, até o terminal de mesmo nome, no Sul da Ilha. Lá, tome o ônibus Campeche, que leva os passageiros até o final da Avenida Pequeno Príncipe, na beira da Praia do Campeche. O custo total da viagem é de R$ 2,05. Curiosidade Antoine de Saint-Exupéry, autor do livro O Pequeno Príncipe, conheceu bem as belezas do Campeche. Durante muitos anos o escritor trabalhou no Correio Aéreo Francês, como piloto, e, na década de 20, fazia a linha Paris-Buenos Aires. Como os aviões não tinham a mesma autonomia de vôo que têm hoje, Exupéry precisava fazer muitas paradas. Uma delas era exatamente nas imediações do Campeche. Fonte: Jornal Diário Catarinense / Revista de Verão, em 22/01/2004 |
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Quarto Crescente - 30/03 Andar de apé: caminhar, andar a pé.
...vai ver que o excumugado já foi embora e me deixo de apé...