| Ostras da Grande Florianópolis terão selo de qualidade |
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Empresários do setor devem implementar projeto de certificação nos próximos meses.
O Estado também deverá ser o pioneiro no monitoramento intensivo das áreas de cultivo, que deve auxiliar os produtores a identificarem agentes contaminantes e a proliferação de algas nocivas, fenômeno conhecido por Maré Vermelha. De acordo com o coordenador do Comitê de Marketing e Comercialização de Ostras da Grande Florianópolis, Mauro César Almeida, a intenção dos produtores promover a profissionalização do setor e com isso atender às normas de cultivo internacionais, o que deve abrir o mercado internacional para o produto catarinense. — O produtor interessado precisa seguir uma cartilha de procedimentos, que define critérios que vão desde a forma de administração das fazendas de cultivo até a destinação dos dejetos de produção — adianta Almeida. As áreas utilizadas para a maricultura serão auditadas com freqüência, para verificar o cumprimento das normas estabelecidas para a certificação. O representante do setor ressalta que o Estado criou recentemente uma rede para o monitoramento da qualidade da água nas áreas de cultivo no Litoral catarinense, que envolve órgãos públicos relacionados com a atividade. — Isto transforma a ostra cultivada em Santa Catarina como uma das mais "seguras" do mundo — garante. Na tarde desta quarta-feira, o Comitê realiza um workshop com os principais produtores de ostras da região na sede do Sebrae, na avenida Rio Branco, no Centro de Florianópolis. O objetivo do encontro "Produção verde em mar azul" é debater o programa de qualidade a ser implantado nos próximos meses. Publicado: ClicRBS - Diário Catarinense, em 23/07/2008. |
Crescente - 06
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Nova - 27 Arrastar a asa: paquerar.
...veja só o filho do Zeca, tá arrastando as asas pra filha da Joana, isso vai dá cosa...